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A volta do LiLo

Sempre me proclamei biógrafa de Lindsay Lohan. Pessoas próximas achavam que eu tinha crush na moça. Kkk Jamais. Eu era interessada na ação dos paparazzi em LA (grande parte brasileiros, caso não saibam).

Ocorre que ela era o alvo da vez e fui me interessando em como foi destruída por tudo que a cercava. E por sua própria falta de estrutura interna. Mais que me interessando, confesso, fui me absorvendo pelo drama-rama-rama.

De tudo que se disse e escreveu sobre ela jamais encontrarão que não tinha talento. Ao contrário. Jane Fonda, por exemplo, é toda elogios.

Lindsay só parou de filmar porque se tornou inviável. As seguradoras pediam dinheiro demais e os estúdios não bancavam o risco real de vê-la presa, internada ou mesmo morta durante as filmagens. Puro business e machismo. Na mesma época Charlie Sheen aprontava muito mais e nem por isso deixava de trabalhar.

Pois hoje a Netflix promove a grande volta de LiLo em um filme de Natal. Quem viu diz que ela manda bem novamente. E eu estou feliz e torcendo pela canceriana que deveria ter abandonado aquela família de loucos e não o fez.


Obs.: informo que sou especialista em política, mixologia, tennis, comunicação, gastronomia, rock-pop-indie, cinema, México e, sobretudo, banalidades.

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