New-jardineira

Há algum tempo comentei com um amigo, no Twitter, que gostaria de ser como aquelas tias que têm o dom de catar, plantar e fazer vingar mudinhas de plantas.

Não creio ter chegado a este ponto mas hoje flagrei o primeiro resultado positivo de um processo completo. Há anos D. Soely, mãe da Denise, deu para ela umas cicas. Um jardineiro que não merece este título cortou com a roçadeira duas mudar que as plantas produziram. Consegui salvar uma terceira. Um ano ou mais depois, eis o que eu vi hoje:

5

Amei.

Aliás, os experimentos com jardinagem aqui em casa andam frutificando:

8
Bromeliáceas
1
A primeira strelitzia
7
Substituição ao capim do Texas não aprovado
foto 2
Jardim sem forma
foto 3
Florada surpresa e acréscimos coloridos pessoais
Capturar
Sem falar na horta

Pensando alto

Esta semana arranquei dois dos três pés de tomate que havia plantado. Já sabia, por conta de meus tempos de agrojornalista, que tomates e morangos não se criam sem agrotóxicos ou a paciente aplicação de insumos, naturais que sejam. Cansei.

Não cansei fisicamente, mas mentalmente. Todo dia eu ia olhar minha horta e, ao invés de vibrar com a lindeza das alfaces e chicórias, com a maturação de todas as ervas, o crescimento firme dos brócolis, rúculas e alhos-poró… me deprimia olhar para a ferrugem nos tomateiros. Era desolador ver o não-desenvolvimento dos dois pés.

Arranquei a ambos, pois.

E então fiquei pensando se esta minha decisão denotaria característica de minha personalidade. Tá difícil: aborta. Hummm. Será?

Conclui que tenho bom senso. Insisto com aquilo que vale a pena e largo o que não tem tanta importância assim. Como deve ser.

Fiz a horta como hobby e para ter produtos frescos e disponíveis. Não para ralar e sofrer em busca de resultado.

Para isso há muito mais na vida. Coisas pelas quais vale muito mais a pena lutar e as quais não queremos e nem podemos abandonar.

Absolvo-me do crime!

Cai pedra em Curitiba

O calor insuportável de Curitiba hoje, domingo de carnaval, culminou em uma das mais longas chuvas de granizo que já testemunhei na vida. O tamanho das “crianças” era assustador. Aqui em casa não tivemos prejuizos, aparentemente, a não ser um galho de tomateiro que eu mesma quebrei quando fui colocar sombrite na horta.
Espero que não tenha havido grandes danos na cidade mas matéria na Gazeta do Povo aponta destelhamentos.

Trabalho

Eu deveria estar trabalhando mas como cliente esqueceu de avisar que material não estava pronto atravessei a cidade em vão. Nada mal para um dia de chuva e greve de motoristas de ônibus. Tranquilo. #not

Mas há coisas que não dependem dos outros, só de mim. Minha horta, por exemplo.

E como o tempo nunca mais vai clarear em Curitiba, conforme atesta o serviço meteorológico, decidi proteger ao menos as alfaces, “entes” mais sensíveis do meu latifúndio.

Estou me profissionalizando!

Arame e tela mosqueteiro. R$ 7,00

Sapo na horta

Chego de viagem e encontro um sapão na horta. Dei uma molhadela em ambos e vim para a internet pesquisar. Eis que descubro:

“Se não houver sapos no meio de uma horta, as lesmas podem se multiplicar e devorar todas as folhas das verduras, como alface e repolho”

Tudo “conspira” favoravelmente.

Horta 3, a missão

Hoje comprei os produtos que faltavam para a horta. Conforme havia planejado, também temos agora sálvia, arlequim, manjerona, manjericão, alfavaca, coentro, tomate cereja e basílico.

As alfaces e rúcula já cresceram!

Ah, coloquei plaquinhas nas plantas.

Parla!

Demorei mas ei-la: minha horta!

Fase inicial com alface crespa, lisa e americana, rúcula, brócolis, salsa e cebolinha. Na quinta-feira comprarei tomate cereja, manjerona, alecrim e algo mais que me sugiram. Couve, talvez.

Tudo com a ajuda do fiel Cristiano, o jardineiro.