Sonhei propaganda

Nunca lembro dos sonhos a não ser quando são muito ruins. Isso em geral. Esta noite tive um sonho lindo demais. Uma propaganda, mas bem legal.

Passeava na Av. Paulista, obviamente em São Paulo, quando vi uma aglomerado de pessoas vestindo a camiseta amarelinha que o Banco do Brasil sempre distribui nos eventos que patrocina. Todos olhavam para cima. Era uma projeção do filme E.T.: o extraterrestre… no céu. Como hologramas. 3D. Sei lá. Mas era lindo.

E eu, claro, passei bem na hora do vôo da bicicletinhas.

Boa quinta-feira a todos!

Os jardins de YSL

Hoje fui assistir ao documentário de Pierre Thoretton, “O Louco Amor de Yves Saint Laurent”. Na verdade uma longa entrevista de Pierre Bergé, companheiro de Yves por 50 anos, com cenas domésticas (nem tanto) e de desfiles, com ênfase no leilão da bilionária coleção de arte dos casal.

Não é um documentário sobre Yves. É um documentário sobre a visão de Pierre sobre Yves. Sempre desconfio da sinceridade de parceiros “de crime”. Mas claro que é sensacional pois se Pierre teve qualidade suficiente para administrar esta relação, porque não para olhá-la e comentá-la?

Mas eu gostei mesmo dos jardins das casas no Marrocos e na Normandia. Como eu amo certas coisas que não sou capaz de fazer. Ao menos não sozinha.

Dia de delícia

Ontem foi aniversário da nossa amiga Julie, que nos pediu de presente uma tarde de “vadiagem”.  E assim, em plena tarde de sexta-feira, lá fomos (eu, Julie e Deni) cumprir este roteirinho:

15h10min – Ver o novo Woody Allen, Meia-noite em Paris. Delicioso.

Dali seguimos andando pelas gostosas ruas do que idiotamente chamam de “Batel Soho”.

Entrei correndo na  Lou Papeterie e comprei para a Deni o Moleskine Movie da coleção Passion. Lindérrimo. Ela adora anotar os filmes que vê então merecia o regalito.

Sentamos no Hacienda Café, onde ficamos um bom tempo de prosa e comemos a melhor torta de banana da minha vida.

Voltamos ao Crystal para pegarmos os carros, não sem antes tentarmos, em vão, encontrar no cinema os óculos perdidos (nem tudo é maravilhoso em uma tarde de delícia). Lá se foi o Ray-Ban da Deni!

Em contrapartida, Julie parece ter gostado dos presentinhos de aniversário que levamos. Eu, sabendo como ela ama uma biografia, levei “Vida – Keith Richards”, e Deni deu um pijaminha lindão da Jogê.

Bela tarde!

Bristol

Berlin Film Festival 2011 on Nowness.com.

Gente, eu sou do tempo em que se matava aulas para assistir a um ciclo de cinema polonês no velho Cine Bristol de Porto Alegre, num ponto da Osvaldo Aranha que sequer existe mais.

O que uma melancólica janela em tarde chuvosa descortina. E claro, um post do Wim Wenders publicado no Nowness. Ele não é polonês e nem me recordo de ter visto algum de seus filmes naquela sala. Mas Fassbinder e Herzog, mencionados no texto, vi muito.

Só para registrar.

Anta erudita

Hoje Inácio Araujo, que dá pitacos sobre cinema na Folha de São Paulo, acabou com Black Swan. Qualificou o filme como “ruim” com base em meia dúzia de citações. E todo mundo sabe que se pode buscar aspas que justiquem qualquer opinião neste mundo.

Há um bom tempo me cansei destes críticos todos. Desde Giron, uma bando de ranzinzas. Quando escolho um filme me baseio em informações acumuladas, como o que já fizeram diretores, atores e demais técnicos do filme. E quando nada sei apelo para o tradicional boca-a-boca.

Mais vale a dica de um amigo ou de pessoa que admiro e sigo no Twitter do que os resmungos destas antas eruditas.