Seriados estrangeiros

Muita gente não faz idéia da força que têm os seriados estrangeiros no Brasil.

Muita gente não faz idéia da força que têm os seriados estrangeiros no Brasil. Canais como Sony, por exemplo, conquistam a cada dia uma legião de novos adeptos. Listas de discussão em torno do assunto circulam pela rede e centenas de sites são atualizados diariamente para contar o que o passa nos bastidores dos seriados, na vida de seus protagonistas…


E qual o fascínio que exercem histórias sobre nós, brasileiros? O que faz com que milhares de pessoas falem horrores contra as telenovelas nacionais e adorem estes programetes que até bem pouco tempo eram conhecidos como “enlatados”?


Bom… começo dizendo que o segredo dos seriados é que, ao contrário das novelas brasileiras, não precisam ser acompanhados. É claro que os personagens seguem uma trajetória… mas via de regra cada capítulo sobrevive nele mesmo, com uma ou outra exceção. Também não são diários, o que facilita muito a vida de quem os assiste, que não fica atado à frente da TV toda noite.


Mas, sobretudo, dois outros aspectos destes seriados levam vantagem. Vejamos: 


1. Diversidade e identificação: Como são muitos, é fácil segmentar públicos. Há seriados para adolescentes (Dawson’s Creek, Popular, That 70’s Show etc), há seriados para trintões em crise (Once and Again, Sex in the City etc), para jovens independentes (Friends e afins), para gays (Queer as Folk, Ellen, Will & Grace etc) … para negros, para fãs de ficção científica, comédia, guerra… há seriados para todos os gostos e tendências. 


2. Qualidade: não me refiro a qualidade artística mas sim a qualidade técnica. Peguemos o exemplo recente de “Os Maias”. Esta produção, caríssima para os padrões brasileiros, sofreu um problema de som grave. Em uma cenas o som estava ótimo, na seguinte o volume subia às alturas para logo em seguida cair. Era necessário assistir a minissérie com o controle remoto na mão para não ficar surdo ou então conseguir ouvir alguma coisa. A equalização estava terrível. Isto jamais acontece num seriado norte-americano.


Cobertura do Oscar


No Brasil as possibilidades de assistir ao Oscar pela televisão são as seguintes: No SBT, a partir das 22h30min, Babi e Rubens Ewald Filho comandamatransmissão. Espero que neste ano Ewald seja um pouco mais generoso com a apresentadora do Programa Livre pois em outra oportunidade ele foi muito deselegante com a moça. Haverá a terrível e tradicional (e necessária) tradução simultânea.



Já no Telecine e no sistema Net/Sky a transmissão conta com mais opções.  Os canais 61 e 75 transmitirão o evento, ao vivo, com som original e comentários de José Wilker durante os intervalos. Os canais 75 da Net e 1 da Sky transmitirão o evento com os comentários de Ana Maria Bahiana. A transmissão começa dia 25 de março, a partir das 22 horas.